04 Maio 2009

Why do brands matter?

CONSUMIDORES

Identificar a fonte do produto
Assunção da responsabilidade por parte do produtor
Redução do risco
Custo de Pesquisa mais reduzido
Promessa, Ligação ou pacto com o produtor
Valor Simbólico
Sinal de qualidade

FORNECEDORES

Meio de identificação para simplificar o manuseamento e o controlo
Meio para legalmente proteger caracteristicas únicas
Sinal do nível de qualidade para satisfazer o cliente.
Meios de dotar os produtos com associações únicas
Fonte de vantagem competitiva
Fonte de retorno financeiro

Fonte: "Strategic Brand Management" por Kevin Lane Keller 1998

20 Abril 2009

Metodologia de Avaliação de Marcas disponíveis

Muito tem sido escrito com relação à teoria da avaliação e prática. Essa é uma actividade complexa que pode ser feita de várias formas, usando uma variedade de premissas.

Por exemplo, um activo pode ser avaliado em seu uso corrente ou para uma liquidação. Um avaliador pode ser contratado para estimar um valor justo de mercado, um valor comercial, um valor de investimento ou um valor tributário, cada qual com subtítulo diferente. De qualquer modo, é necessário preparar uma avaliação depois de feitas premissas com relação a seus aspectos físicos, funcionais, tecnológicos, económicos ou legais do activo.

O valor do activo pode deferir, dependendo das premissas feitas no exercício de avaliação. Assim, por exemplo, em casos de pagamentos de impostos, a empresa pode assumir premissas que produzirão os resultados mais baixos da avaliação da marca. De outro lado, em casos de venda da empresa, o vendedor pode usar premissas que produzirão resultados mais altos na avaliação. Um profissional que valoriza os activos deve ter julgamentos independentes, utilizando premissas razoáveis e disponibilizando todos os detalhes usados na avaliação.

Além da concordância das premissas usadas na avaliação, como, por exemplo, taxa de crescimento das vendas da empresa projectada, é necessário determinar o método mais apropriado de avaliação. Existem diferentes métodos para chegar-se a um valor, e a escolha de qual usar dependerá das circunstâncias e dos objectivos da avaliação.

Os três métodos mais comuns são baseados em custo, mercado e lucros.

Fonte: Marca - Valor Intangível por Gilson Nunes e David Haigh, 2003

06 Abril 2009

Marca e Organização

Do ponto de vista da organização, a escolha da marca ou marcas é uma opção estratégia global. Ollins distingue, como opções de identidade corporativa, três estruturas base.

Na estrutura monolítica, a organização atribui a marca a todos os produtos, garantindo uma identidade corporativa única. Na estrutura diferenciada (branded), a organização atribui marcas diferentes aos produtos (podendo reservar a marca da organização para produtos que pretenda associar à sua identidade corporativa). A opção mista (endorsed) corrsponde a cobrir, com a marca única da organização, as diferentes marcas atribuídas aos produtos. Assinale-se que a estrutura monolítica priveligia o posicionamento da marca.

Notoriedade e posicionamento são as duas grandes facetas estratégicas da marketing associadas às funções da marca. A notoriedade avalia o primeiro nível de resposta ao sinal: o nível cognitivo.

A notoriedade corresponde ao grau de conheciemento e de memorização da marca. É indispinsável para provocar outras respostas, a saber: a resposta afectiva, ligada ao acto de compra propriamente dito.

Aacker cita uma experiência para ilustrar a força desta influência: "Os entrevistados eram chamados a provar três tipos de manteiga de amêndoim: entre as três amostras havia a de uma marca que tinha um nível de preferência de 70% em testes cegos, e a qual foi retirado o rótulo para esta experiência; outra amostra era de uma manteiga de qualidade inferior (não preferida em teste cego), à qual foi posto o nome de uma marca conhecida dos entrevistados, mas que nenhum tinha nem comparado, nem consumido antes. 73% dos entrevistados preferiam a manteiga de inferior qualidade marcada, em deterimento da manteiga de superior qualidade não marcada".

O posicionamento corresponde ao conjunto de atributos que são associados à marca, aproximando-a ou distinguindo-a das concorrentes. Dele depende a formação da resposta afectiva, designadamente o grau de estima e de preferência da marca.

Kapferer & Laurent distinguem seis funções da marca para o cliente: duas que podem agrupar em torno do conceito de notoriedade (identificação do produto, facilidade de memorização) e quatro que podemos agrupar em torno do conceito de posicionamento (diferenciação do atributos, garantia de qualidade, personalização do produto, dimesão lúdica). Kapferer alargou para oito o número de funções, ao acrescentar a satisfação ligada à permanência de utilização da marca (consequência a longo prazo da personalização do produto) e ao substituir a dimensão lúdica pela dimensão hedonista (satisfação ligada ao comportamento responsável da marca). Sinal dos tempos, quando vemos a evolução da Benetton, que muda de um registo de missão ética, no limiar da intervenção politíca.

Para ilustrar as duas versões podemos comparar os comportamentos tipo de uma empresa multinacional japonesa e de uma americana. Como explica Ollins, "a Yamaha favrica instrumento musicais, mas também fabrica motos. A ninguém na Yamaha, passou pela cabeça que a sua reputação num domínio não devesse ser estendida a outro domínio. A Mitsubishi vai mais longe, esta venerável instituição é uma das maiores do mundo. Há poucas coisas que a Mitsubishi não tenha feito. Fabrica, entre outros, automóveis e aviões. Opera também nos bens de grande consumo: pode encontrar no seu supermercado conservas de salmão, de santola ou de atum com a marca Mitsubishi. Para compreender a dimensão deste fenómeno, é preciso encontrar um termo de comparação. Imagine-se a existência de um banco Ford, de conservas de salmão Ford, de uma agência funerária Ford". Se as marcas japonesas são o exemplo, por excelência de uma cultura monolítica, a cultura de diferenciação multimarcas é tipicamente ocidental e mais especificamente anglo-saxónica.

O modelo de Ollins e o caso da Mitsubishi, revelam a visão mais moderna dos autores especializados na problemática da marca: a oferta das organizações é estruturada em marcas - uma ou várias - e não em produtos. Não é o produto que tem um ou vários produtos.

"As grandes marcas podem ser comparadas a uma pirâmide: o seu cume exprime a visão, a missão, a concepção que, por exemplo, uma marca de automóveis tem do automóvel. Este nível alimenta o tom e os códigos gerais da marca. A personalidade e o estilo da marca exprimem-se menos por palavras e mais por uma maneira de ser, de comunicar. O terceiro nível corresponde aos traços estratégicos da marca. Encontramos aqui os eixos de posicionamento, tais como a segurança, a fiabilidade, a robustez da volvo, a fiabilidade da Peugeot. Por fim, temos o plano dos produtos, a base da pirâmide é o nível dos posicionamentos de cada modelo no seu "segmento da mercado", afirma Kapferer.

Pode-se concluir que, numa óptica de marketing, é a marca, e não o produto, a unidade de oferta da organização. "O produto é aquilo que é feito na fábrica. a marca é aquilo que é comprado pelo cliente. O produto pode ser copiado por um concorrente; a marca é única", defende Aaker.

Uma organização pode oferecer uma ou várias marcas: o conjunto pode ser mais ou menos largo, consoante a sua politíca de marca seja tendencialmente monolitíca ou diferencialda. Cada marca tem o seu próprio conjunto de produtos, o seu conjunto de acções de marketing, a sua identidade e os seus sinais. "Uma marca é uma entidade psicológica e física: o produto físico é combinado com imagens e símbolos, criando uma identidade incorporada no preço, na embalagem e na publicidade. Para serem eficazes, estas imagens e símbolos devem estar em relação e explorar as necessidades, os valores e os estilos de vida dos consumidores", diz Pellemans.

Fonte: Marketeer nº43, Janeiro 2005, por Paulo de Lencastre

31 Março 2009

A Importância das Marcas para os Clientes

Não há muito tempo, as marcas eram simples produtos domésticos – sabão, chá, detergente, graxa para calçado, produtos quotidianos e aborrecidos, que se gastavam e eram substituídos. A marca era um símbolo de consistência. Numa época em que era frequente a adulteração, a qualidade muitas vezes era duvidosa e a variação de preço dos produtos, a marca garantia uma qualidade, quantidade e preços padronizados. A imagem da marca projectava e sustentava o produto.

Hoje em dia, toda esta visão se revelou completamente falsa; as marcas atingiram um estatuto proeminente. Actualmente, tomamos por certas as características funcionais de um determinado produto, e, ainda que as marcas tenham muito a ver com a imagem, já não se trata apenas da sua própria imagem – mas também da nossa imagem.

Hoje em dia, as marcas implicam um grande envolvimento e associação, são a demonstração exterior e visível de uma afiliação privada e pessoal. Permitem que nos definamos a nós próprios em termos de uma linguagem imediatamente compreensível ao mundo que nos rodeia. Diesel, Adidas e hotéis W representam um estilo de vida; Hermes, Ralph Lauren e Ritz, outro. Podemos misturar e combinar para construir, realçar e salientar a nossa própria autopercepção.

A marca adapta-se na perfeição à era das frases breves e da aldeia global. Tem um grande significado para pessoas que partilham as mesmas ideias, onde quer que vivam. As marcas foram criadas por técnicos de marketing no interior de grandes empresas, de modo a seduzirem os consumidores, vendendo produtos por meio da criação e projecção de conceitos atractivos mas simples, de forma muito clara e repetida. O mecanismo das marcas foi concebido para e definido por técnicas de comunicação modernas. Mas nem nos seus melhores sonhos os criadores do conceito da marca, mesmo os mais ambiciosos, poderiam imaginar o sucesso que daí resultaria.

A gestão das marcas excedeu de tal maneira as suas origens comerciais que o impacto daí resultante é praticamente incomensurável em termos sociais e culturais. Estendeu-se aos domínios da educação, desporto, moda, viagem, arte, teatro, literatura, à religião, à nação e a praticamente todas as áreas que possamos imaginar. São cada vez mais utilizadas por organizações de fins não lucrativos e instituições beneficentes que concorrem para conquistarem o território emocional do coração das pessoas, com marcas comerciais pelo dinheiro dos bolsos dos consumidores. As marcas e a sua gestão são a contribuição mais significativa com que o comércio presenteou a cultura popular.

Talvez assim se possa explicar esse espectáculo bizarro mas quotidiano – provavelmente a imagem que melhor define a nossa época – no qual pessoas de todo o mundo, de praticamente todos os países em todos os continentes, se vestem, da cabeça aos pés, com roupas que têm o nome e símbolos de bebidas gaseificadas, calçado desportivo, telemóveis, universidades, equipas de futebol, skis, materiais de construção ou qualquer outra coisa que sintam afinidades. Trata-se de uma manifestação única da nossa época. Jamais aconteceu antes.

Fonte : “A Marca” por Wally Ollins, 2003

17 Março 2009

Como a Marca cria valor económico para as empresas?

Em termos económicos, a resposta é muito simples. Ela causa impacto nas curvas de oferta e procura.

Num mercado competitivo, o preço é estabelecido pelo mercado. Se uma empresa aumenta o preço, as suas vendas caem, pois os consumidores não estão dispostos a pagar mais por ela.

No lado da procura, a marca têm o poder de capacitar o produto a alcançar um preço maior, a aumentar o volume de vendas (market share), a reter e aumentar o uso dela pelos seus consumidores, através da lealdade.

A marca estabelece uma procura estável no longo prazo através de uma relação funcional, emocional e filosófica com os seus consumidores e todos os stakeholders, como vimos, criando uma barreira à entrada e grande diferencial competitivo.

Do lado funcional, a marca garante o reconhecimento e auxilia a decisão de compra do consumidor, através da garantia de qualidade. Exemplo: “a impressora imprime e o preço é o mais em conta”. Do lado emocional, ela satisfaz a necessidades aspiracionais e de auto-expressão. Exemplo: “eu gosto da cor e do design da impressora”. Do ponto de vista filosófico, existe identificação total com a marca pelo consumidor. Ele compartilha a visão e os valores da marca. Exemplo: “a impressora é feita de componentes recicláveis”, embora não seja apenas o facto de a empresa respeitar o meio ambiente que criará lealdade.

Outro benefício da marca forte é a sua capacidade de transferir sua equity ou valor para uma nova categoria de produtos ou até mesmo para uma nova marca.

Quanto à curva da oferta, a marca desloca-as por motivos como:

Maior reconhecimento e lealdade do consumidor e do trade, resultando em menores custos de vendas e melhores termos de funcionamento.
Menor custo de retenção e aquisição de colaboradores
Menor custo de capital
Economias de escala com maiores volumes de vendas
Menor custo de marketing e publicidade

O pacto que existe entre a marca e o consumidor, fornecedor e outros públicos da marca garante ao seu proprietário um fluxo de caixa mais seguro e estável a longo prazo. Assim, a propriedade legal em torno da marca é uma das condições básicas para que uma empresa tenha esse fluxo de caixa garantido.

Fonte: "Marca - Valor Intangível" por Gilson Nunes e David Haigh, 2003

08 Agosto 2008

Marca e Produto

Em Marketing, as definições de marca têm sido tributárias do conceito jurídico: a marca jurídica é um sinal distintivo de produtos ou serviços. A progressiva consciência da missão estratégica das alargou o conceito: hoje é a marca, e não o produto, a unidade estruturante da oferta das organizações. Numa abordagem semiótica, esta é assumida na sua tripla condição de sinal, de objecto a que o sinal se refere e de interpretação(ões) a que o sinal da origem. A marca surge assim como um sinal ou conjunto de sinais de identidade, distintivos de uma missão e das respectivas acções de marketing oferecidas por uma organização, com o objectivo de obter uma imagem junto dos públicos a que se dirige.

A marca não é um conceito fácil de delimitar. Na sua definição e análise cruzam-se uma série de disciplinas, entre as quais aquelas que a utilizam e regulam mais directamente, e que são o Direito Comercial e a Gestão de Marketing. Para o Direito Comercial a marca é um sinal: a OMPI - Organização Mundial de Propriedade Industrial 8organismo responsável pela protecção jurídica da marca ao nível do direito internacional) define marca como um "sinal para distinguir os produtos ou serviços de uma empresa dos de uma outra empresa".

Sendo um sinal composto por significante e significado, a definição jurídica acentua a faceta significante (o sinal distintivo) em deterimento da faceta significado (o conteúdo do conceito da marca).

Aos poucos, o marketing evolui para uma visão mais global, em que a marca expressa a estratégia desenvolvida em torno de um produto: "Construir uma marca não é por rótulo ou nome num produto. É antes apetrechar-se com a vontade e os meios de uma verdadeira abordagem de marketing", afirma Kapferer. Produto deve ser entendido em sentido lato, já que a marca pode referir-se a um produto tangível ou a um seriço (tal como na definição da OMPI), a um produto singular, ou a um conjunto (uma linha, uma gama), aos produtos de um produtor ou de um distribuidor, a uma empresa sem fins lucrativos.

A complexidade do conceito de marca está ligada a esta multiplicidade de potenciais referentes. A definição de American Marketing Association acrescenta as seguintes precisões (e confusões): "é um nome, um termo, um sinal, um desenho ou uma combinação destes elementos, com vista a identificar os produtos e serviços de um vendedor ou de um grupo de vendedores e a diferencia-los dos concorrentes".

A definição - inspirada na definição jurídica - classifica a marca como um sinal de venda , e não de fábrica. Por isso, o conceito de marca pode confundir-se com outras definições juridicas como a insígnia (sinal distintivo de um estabelecimento comercial), e mesmo a firma, a denominação social ou nome comercial.

Os sinais colectivos de qualidade, como as denominações de origem (Roquefort para queijos, ou Porto para vinhos) ou os certificados de conformidade a normas de qualidade (Woolmark para a lã), sem serem marcas do ponto de vista juridico, correspondem a uma lógica de marca para os colectivos de produtos/vendedores que os utilizam.

A associação da marca a um conjunto de produtos, e não necessariamente a um único item, faz da marca um instrumento de marketing integrado no primeiro P do marketing mix: o produto.

Na distinção clássica dos três níveis do produto, Kotler insere a marca (brand name) ao nível do produto actual, ou seja, o conjunto de instrumentos que actualizam e tangibilizam o benefício. O produto aumentado é entendido como uma extensão do produto actual, correspondendo aos serviços adicionais que podem acompanhar a oferta.

O produto actual - o produto tangível - pode ser composto por um ou vários itens variantes do produto. O conjunto pode ser marcado com um ou vários nomes, ou até mesmo com um nome de cobertura e nomes individuais para cada item (caso da BIC Laranja e da BIC Cristal por exemplo).

A questão pode-se colocar também ao nível do conjunto de produtos/benefícios oferecidos por um produtor (no caso da BIC, esferoográficas, isqueiros, máquinas de barbear ...), já que o produtor pode utilizar uma só marca ou várias marcas. Esta é uma das questões essenciais da politíca de marca, a questão da sua identidade corporativa.

Fonte: Marketeer nº43, Janeiro 2005, por Paulo de Lencastre

03 Agosto 2008

Tipos de Consumidores em tempo de crise



Em tempos de crise as empresas têm maiores dificuldades para conseguir implementar as suas estratégias no mercado, muitas vezes isto surge pela descaracterização do mercado, porque os consumidores têm necessidade de se adaptar à nova realidade.

Então como devem as empresas reagir!?

Um estudo da MC Saatchi citado pela marketingnews.es, pode ajudar a compreender o comportamento dos consumidores e assim ajudar as empresas a adaptar as suas estratégias nesta realidade. Este estudo identifica 8 tipos de consumidores neste tipo de situações:

“Cash Dieters” (seguidores de regimes muito restritos) – são a maioria, representando cerca de 20% dos adultos. Estes são os que reagiram de maneira mais dramática à crise, cortando nos gastos supérfluos.

“Scrimpers” (controladores) - este tipo de cliente que representam 18,7% dos adultos, querem continuar a manter o seu estilo de vida, então em vez de cortarem as compras, optam por comprar mais barato. Fazem férias em destinos nacionais e compram em lojas de baixo custo.

“Absteiners” (abstémios) – Não pararam de gastar completamente porque querem continuar a seguir o seu estilo de vida mas, são consumidores que pensam no longo prazo e assim adiam algumas grandes compras. Para estes 9,2% da população adulta, a nova televisão, o novo carro ou a nova casa de banho vão ter que esperar.

“Clothcutters” (Recortadores) – este tipo de consumidor adopta um comportamento diferente. Como os abstémios estes consumidores também são reactivos para que o seu estilo de vida não diminua, mas em vez de deixarem de comprar, sacrificam as suas férias para poderem remodelar a cozinha, ou deixam de ir jantar fora para poderem comprar o sofá novo.

“Treaters” (presenteador) – Para estes consumidores não é fácil cortar mas sabem que o devem fazer. Assim premeiam o seu comportamento com pequenos luxos ou presentes. São cerca de 12%.

“Justifiers” (justificadores) – São menos de 15% da população, são felizes gastando, mas agora mais do que nunca procuram sempre justificação para os seus gastos. Justificam as suas compras com aquela oferta limitada, ou aquelas promoções que eram irrecusáveis.

“Ostriches”(avestruzes)- Este tipo de consumidores tem um comportamento irracional, Acreditam que a situação financeira não lhes vão influenciar e por isso continuam a gastar felizmente como se nada estivesse acontecendo.

Por fim, o grupo mais pequeno, 4% da população, são os “vultures” (abutres). Estes consumidores gostam da crise. Enquanto os outros sofrem, aproveitam as suas capacidades de negociação para obter benefícios.